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Está a terminar esta meditação de Quinta-Feira Santa. Se o Senhor nos ajudou – e Ele está sempre disposto, basta que Lhe abramos o coração –, sentiremos a urgência de corresponder àquilo que é mais importante: amar. E saberemos difundir essa caridade entre os outros homens, com uma vida de serviço. «Dei-vos exemplo», insiste Jesus, falando aos seus discípulos na noite da Ceia, depois de lhes lavar os pés. Afastemos do coração o orgulho, a ambição, o desejo de nos evidenciarmos; e a paz e a alegria reinarão à nossa volta e dentro de nós, enraizadas no sacrifício pessoal.
Finalmente, um pensamento filial e amoroso para Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe. Perdoai se volto a contar-vos uma recordação da minha infância, desta vez relativa a uma imagem que se difundiu muito na minha terra quando São Pio X promoveu a prática da comunhão frequente: Maria adorando a Hóstia Santa. Hoje, como então e como sempre, Nossa Senhora ensina-nos a conviver intimamente com Jesus, a reconhecê-lo e a encontrá-lo nas diversas circunstâncias do dia, de modo especial nesse instante supremo – o tempo une-se à eternidade – do Santo Sacrifício da Missa: com gesto de sacerdote eterno, Jesus atrai a Si todas as coisas, para as colocar, divino afflante Spiritu, com o sopro do Espírito Santo, na presença de Deus Pai.
Documento impresso de https://escriva.org/pt-pt/es-cristo-que-pasa/94/ (18/05/2026)