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Ordenar a legislação de maneira cristã

Trabalhando dessa forma, juntamente com vossos concidadãos e motivando-os, criando um ambiente para que as coisas não sejam impostas sem expressar o sentimento legítimo da sociedade, podereis orientar de modo cristão a legislação de vossas comunidades nacionais, especialmente naqueles pontos que são fundamentais à vida dos povos: nas

leis sobre casamento, sobre o ensino, sobre a moralidade pública, sobre a propriedade etc.

42b.

Como pode ser cristã uma legislação na qual o respeito pela família se baseia no divórcio? Que lógica pode ser encontrada em algumas sociedades que se orgulham de sua diversidade religiosa e não admitem essa diversidade nas escolas públicas, onde todo aluno teria o direito de receber educação religiosa de acordo com sua fé?

42c.

Não percebeis que a propriedade privada — com as limitações exigidas pelo bem comum — é um instrumento de liberdade para o homem, um bem que deve ser colocado entre os fundamentais para o desenvolvimento da pessoa humana e da família? Os países onde esses direitos

não são respeitados não são países católicos, nem humanos. Percebeis qual é o panorama que se apresenta? Nestes e em outros pontos de capital importância, vós tereis de lutar, e bem!

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